Se você tem cinco minutos, comece por aqui
Trabalhamos na raiz do gap de execução — aquele espaço onde o resultado vaza sem aparecer no organograma: times de liderança que não decidem juntos, o atrito que faz a empresa perder gente crítica, estratégias que não pegam porque as pessoas não mudaram junto com o processo.
Não vendemos treinamento. Fazemos a estratégia sair do papel e virar rotina.
O custo de não agir raramente aparece numa linha do orçamento — e é por isso que ele cresce. As melhores pessoas saem primeiro, porque são as que têm para onde ir. Decisões travam no topo e a organização inteira espera. E cada iniciativa anunciada que não entrega corrói um pouco da confiança.
Com a NR-1, some a isso um risco novo: a saúde psicossocial deixou de ser escolha e virou obrigação estrutural. Não parece urgente até o ponto em que fica caro demais para resolver rápido.
A consultoria grande entrega o diagnóstico e o modelo — o slide, o organograma. O treinamento entrega conteúdo. Nenhum dos dois muda como as pessoas de fato se relacionam e decidem, que é onde o resultado mora.
Nós desenhamos a solução — e a experiência que faz as pessoas executarem. Enxergar o sistema, entender os bloqueios, desenhar a mudança, executar com agilidade.
Boa parte do que chamam de “soft” é feel-good porque é raso e dura uma semana. O nosso oposto é justamente o diferencial: a profundidade é o que faz a mudança sobreviver ao fim do projeto.
Definimos os KPIs de sucesso antes de começar, desenhamos a experiência para gerar aplicação prática e mantemos rituais de verificação até virar rotina. Não é um dia inspirador — é um sistema de mudança de comportamento.
Por que nos chamamos designers
Que não chegamos com solução pronta. Design, para nós, é uma forma de pensar: enxergar o sistema inteiro, observar o contexto em profundidade, achar a raiz do bloqueio e conectar a ação do dia a dia com o estratégico — e então projetar a mudança sob medida.
Desenhamos em três níveis: o estratégico, que é o sistema e a causa raiz; o das conexões humanas, que é como as pessoas decidem, confiam e resolvem conflito; e o da experiência, que é o que faz o aprendizado virar prática.
É o oposto de aplicar um programa de prateleira na sua empresa.
Significa que não damos aula. Mesmo quando o formato é uma palestra de uma hora, ela é projetada para ser vivida, não assistida.
Isso não é preciosismo — é a diferença entre um time que sabe e um time que faz:
desenhada
não assiste
segunda-feira
muda
O caminho contrário é o que quase toda empresa já comprou ao menos uma vez: conteúdo assistido, esquecido em uma semana, nada muda. Mesma verba, resultado oposto.
Provavelmente você já viu isso acontecer. Programas morrem por dois motivos: são rasos demais para mudar comportamento, ou dependem de um herói interno que cansa.
Resolvemos os dois no desenho. A experiência é projetada para a pessoa aplicar no dia seguinte, e os rituais de verificação sustentam a mudança até ela virar rotina — instalada no seu time, não dependente da nossa presença.
Não pedimos que você confie na nossa profundidade. A profundidade é projetada.
Nossa metodologia, sem caixa-preta
O Ciclo de Transformação, em quatro tempos. Diagnóstico Sistêmico: mapeamos a cultura para entender a causa raiz do gap de execução, e definimos os KPIs de sucesso antes de começar. Design da Solução: desenhamos o processo sob medida, unindo a estratégia do negócio à solução na ponta.
Desenvolvimento Humano: pensamento estratégico, habilidades e competências desenvolvidos em experiências com foco na execução ágil, inteligente e com conexão humana real. Execução Ágil: mentorias de aplicação e rituais de verificação, para garantir que a estratégia e o aprendizado viraram rotina.
Não é um evento. É um sistema de mudança de comportamento.
As duas coisas. O Ciclo de Transformação é nosso e não muda; o que roda dentro dele é desenhado para você. Nenhum projeto sai de prateleira — por isso o diagnóstico vem antes da proposta, sempre.
O mesmo tema — feedback, decisão, confiança, cultura — ganha uma forma diferente em cada empresa.
Duas trajetórias e uma visão. Lia Lara traz mais de 15 anos em grandes consultorias e é facilitadora de metodologias globais de execução e liderança — transforma estratégia abstrata em ação prática. Thianne Martins é psicoterapeuta e designer de aprendizagem, com mais de 10 anos desenvolvendo líderes no Brasil e na Europa, integrando psicologia, inteligência relacional, comunicação e facilitação.
Na prática, combinamos disciplinas de execução da estratégia com abordagens como Comunicação Não-Violenta, Teoria U, Estruturas Libertadoras, Design Thinking e Eneagrama. A escolha depende do problema; o que não muda é o rigor.
Nos dois, na ordem certa. A base é método — e o design das nossas experiências é feito por quem estudou como as pessoas aprendem e mudam. A psicologia aqui não é enfeite: é o que explica por que o que fazemos muda comportamento, em vez de apenas agradar.
A sensibilidade entra na leitura da sala e na condução, somada ao rigor — nunca no lugar dele. É o que permite enxergar o que uma pesquisa de clima não capta e, ao mesmo tempo, medir o que importa.
A saúde psicossocial virou obrigação legal. E estratégica.
A Norma Regulamentadora 1 torna a gestão de riscos psicossociais uma obrigação estrutural de toda empresa: identificar, avaliar e controlar fatores como sobrecarga de demandas, baixa autonomia, comunicação truncada, conflitos recorrentes e lideranças despreparadas — as causas de estresse crônico e burnout.
Cuidar das relações deixou de ser escolha consciente para virar fator estratégico. De um lado, multas e passivos trabalhistas; de outro, o custo real de absenteísmo, turnover e afastamentos. Isso é P&L, não bem-estar abstrato.
Vamos além do inventário que a lei pede. Fazemos um mapeamento clínico e organizacional, com análise de criticidade e clima, conduzido por grupos focais, oficinas e questionários científicos. Entregamos um relatório técnico pronto para auditoria, conforme NR-1, NR-17 e ISO 45003.
Depois, desenhamos um plano de ação preventivo com cronograma e métricas, e desenvolvemos a liderança para sustentar a mudança na rotina. Conformidade legal com profundidade real — não papelada.
Compliance é o piso, não o teto. Além da proteção contra multas e passivos, a adequação bem feita reduz absenteísmo e turnover, forma lideranças mais conscientes e preparadas para crises, fortalece a marca empregadora e aumenta engajamento e produtividade.
É o que chamamos de ir da sobrevivência ao potencial humano: o rigor exigido pela lei somado à ciência do bem-estar.
Pelo pré-diagnóstico. Você responde um questionário rápido e gratuito que identifica os principais sinais da saúde psicossocial da sua organização — um retrato inicial, sem compromisso, para decidir os próximos passos com clareza.
Como você vai saber que valeu
Começamos definindo os KPIs de sucesso com você, ainda no Diagnóstico Sistêmico — ligados ao seu resultado, não ao nosso. O retorno mais fácil de enxergar é o custo que a empresa para de pagar: reter uma liderança-chave, encurtar o tempo de uma decisão, reduzir absenteísmo e turnover, evitar passivos.
Não prometemos um número mágico. Combinamos o que vamos mover e como vamos saber, com um retrato de antes e de depois.
Medimos o observável — retenção de quem você não pode perder, qualidade e velocidade de decisão, o gargalo que definimos juntos — e também o vivido, porque parte do valor aparece antes dos números.
Os rituais de verificação da última etapa mantêm isso visível ao longo do caminho, não só no fim.
Confiam no nosso trabalho organizações como GM, BASF, Sicredi, Itaú, Grupo Fleury, Hotmart, LSG Sky Chefs, Brasilata e CS3.
Alguns exemplos: desenvolvimento de 115 líderes em 8 países para gestão remota e cultura global na Hotmart; formação de líderes para gestão remota no Grupo Fleury, com 400 colaboradores; e um processo de diagnóstico cultural preditivo com o time de auditoria do Itaú, para antecipar riscos e apoiar decisões estratégicas de cultura.
Para o C-level, a palavra de um par costuma valer mais do que qualquer descrição de método — por isso, com prazer conectamos você a quem viveu o resultado.
Espaço para inserir depoimentos reais e uma linha de resultado por case.
Como nos encaixamos com o seu time
Como parceiros, não como fornecedores que passam por cima. O RH conhece a organização por dentro; nós trazemos método, profundidade e um olhar de fora. O melhor desenho nasce dessa combinação.
E fazemos questão de deixar o time de Gente mais forte no fim do processo — não dependente de nós.
Sim, e com prazer. Sabemos que quem aprova o investimento nem sempre é quem nos procura primeiro.
Ajudamos você a traduzir a proposta para a língua do board — resultado, risco, retenção, conformidade com a NR-1 — para que a conversa lá em cima seja fácil de sustentar.
O que é dito nos processos individuais e de grupo é confidencial, e tratamos dados pessoais de acordo com a LGPD. À liderança levamos padrões e temas — o que a organização precisa enxergar para agir — nunca a exposição de indivíduos.
A confiança é condição do trabalho, não um detalhe dele.
Sim. Parte do nosso trabalho é instalar capacidade: formar líderes e capacitar o time em inteligência relacional para sustentarem o que começamos juntos.
Você fica com o músculo, não só com o resultado pontual.
O prático
Quatro portas. Ignição: workshops de 4 a 8h para alinhamento rápido e ferramentas práticas — e, na prática, a melhor amostra do nosso jeito de trabalhar. Conexão: jornadas de desenvolvimento de 3 a 6 meses, que transformam mentalidade, cultura e comportamento.
Evolução: consultoria estratégica para a alta liderança — mentoria C-level, planejamento estratégico, design organizacional e cultural, design de rituais e cultura de execução. NR-1: nossa solução integrada de riscos psicossociais, saúde mental, segurança e sustentabilidade organizacional.
A escolha vem do diagnóstico, não do catálogo.
Vale explicar como funciona: nós duas desenhamos — a autoria é nossa, e é justamente o que você não encontra em outro lugar. A entrega conta com um hub de consultores experientes, o que nos permite atender operações grandes sem terceirizar o que importa.
Ou seja: você não depende da nossa agenda para o projeto andar, e o desenho nunca sai das nossas mãos.
Os dois. O encontro presencial tem uma potência que o online não substitui, sobretudo em momentos de confiança e decisão; o online amplia alcance e continuidade.
Já desenvolvemos líderes em 8 países por encontros online — o que muda não é a tela, é o desenho da experiência.
Respeitamos que o tempo do seu time é o recurso mais caro da empresa. Por isso trabalhamos em blocos intensos, com início e fim claros — não em uma esteira que se arrasta o ano inteiro.
Você sabe exatamente quanto tempo, quando e o que ganha em troca — antes de assinar.
Onde a alavanca for maior. Muitas vezes começamos pelo time de liderança, porque é ali que a decisão e a cultura se definem; de lá, desdobramos para os demais níveis.
O tamanho e o formato de cada grupo são desenhados para o tipo de conversa que ele precisa ter.
Cada desafio é único.
Vamos conversar sobre o seu?
A melhor forma de saber se somos a parceira certa para o seu momento é conversar.
AGENDE UMA CONVERSA